quarta-feira, 31 de julho de 2013

N°81 - Camaleão

“Rapte-me, adapte-me, capte-me,
Tis up to me
Coração
Ser querer, ser merecer, ser um camaleão
Rapte-me camaleoa
Adapte-me ao seu
Ne me quitte pas l”
(Maria Gadú - Rapte-me, Camaleoa)

Me adaptar a olhares, defeitos, gestos, lugares, momentos, e principalmente pessoas, levar em conta que como nunca foi feito em uma história, hoje realmente entendi que o start foi dado, a mudança foi entendida como necessidade e o entendimento como uma ideia concreta. Nos adaptamos as certezas, nos adaptamos as dúvidas mais ainda, provamos que nos prendemos a pessoas por nos adaptarmos a ela, nos adaptamos por sentir isso como necessário e pertencentes aquilo.
Nem todos os poetas juntos poderiam  de alguma forma expressar eu consolar através de suas músicas, de suas rimas, de seus versos e de suas poesias  de uma forma única e completa  o que vivemos mas  cada  um  tem  seu  momento e cada um tem  como  forma única  o modo de enxergar o  mundo  então  por mais  que as vezes achemos  que  uma dessas formas retrate por completo  o que sentimos  mentimos pra  nos mesmo ao  acreditarmos nisso, por que cada momento e único,  cada vida e particular de seu  ser e ninguém e igual a ninguém, nada e igual a nada. Sentimento se sente, não vê muito menos se descreve, seja ele o amor, seja ela o ódio, mas se existe algo que traduz tudo isso e o olhar, aquele fixo sem cinismo e sem interrupções aquele que sem palavra alguma diz tudo que o poeta e toda sua vida tentou falar.

Camaleão se adapta, e nos mostrar que com o tempo nos tornarmos parte de nossa realidade, não do que fingirmos ser e sim do que somos naquele momento, momento de uma vida que pode se cada dia mais vivida certamente por que a cada dia mais vou inventar o meu próprio pecado e morrer do meu próprio veneno.

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