sábado, 26 de novembro de 2011

N°64 - Vírgulas


                 Há exatamente um ano decidi sair da minha casa rumo ao novo mundo, na bagagem historias, fantasias, saudades, sonhos, família e amigos, naquele tempo me consideravam uma pessoa descobrindo o que realmente e viver, para alguns uma pessoa fria e sem coração, para outros um filho, outros por sinal me chamavam de louco. Aceitei o desafio não recuei construí junta a grandes pessoas uma nova vida, um novo mundo, de oportunidades, de felicidade, de aprendizado e de recomeços, nessa nova jorna conheci pessoas importantes nas quais se tornaram tão importantes pra mim que não importa oque falem, da forma que falem de alguma forma vou ouvir.
                Decepções? Oras estou falando de uma vida que e totalmente VIVIDA, logico que tive, ias uma coisa eu aprendi e meio a tanta coisa as mudanças são necessárias para a evolução, o sentimento esse que muitas fezes embolam o meio de campo por mais que você tente não vai consegui agir sem ele. Aprendi também, que ates que me aventurar em qualquer coisa, tenho que primeiro que realmente saber ás consequências disso, que não adiantar achar que somos sozinho e que todos os outros são meros fantoches, por que não, ultimamente fui odiado, repudiado, mais me conforto  ao saber que em meio a tudo isso alguém ainda lembra de você,  e te faz sentir vivo novamente.
                Um dia escrevi aqui mesmo no blog que fechei a porta pra todo e qualquer sentimento que me leva-se a sofrer, e foi aqui também que me contradisse dizendo que essa porta foi aberta e que o amor esse sentimento que só me da calote entrou mais uma vez, pois bem, mais dessa vez foi diferente, consegui como nunca me senti bem, me sentir calmo  dividir problemas, e hoje antes de fechar essa porta mais uma fez olhei para o lado no meu celular e ao apertar a tecla  antes que a luz acendesse fechei os olhos e desejei ver um SMS, mais não foi  bem  como eu queria,  sendo assim  mais uma vez usei as correntes  que ainda estava no chão  da mesma  forma que foi deixada da ultima vez que a porta foi aberta, para fechar a porta novamente, antes de fechar olhei pra dentro da sala, e lá vi coisas  me fizeram a  pensar bem  antes de bater o cadeado, me levaram a recordações boas, felizes, lagrimas, suspiros e calafrios, sem  mais delongas bati o cadeado e guardei a chave num lugar onde  poucas pessoas  vão procurar, se brincar ate eu mesmo  posso  ser vitima disso.
                 Mais e assim que decidi levar a vida, com vírgulas, com interrogações, com arcasses, com aspas e parênteses mais sem ponto final por que pra mim a vida não para, pra mim o mundo da volta e numa dessa agente se topa de novo. Viver pior de todas as vidas e o melhor forma de aprender que a sua vida essa sim e a viva vivida.

domingo, 6 de novembro de 2011

N° 63 - Confusão


De uma forma ou de outra a vida e feita de repetições, sendo elas boas ou não, um dia algo sempre se repete, burrice minha achar que comigo, logo comigo que a vida usaria de outra forma.
             Erros cometidos o impulso em tentar de alguma forma amenizar algo desnecessário acabamos dando dimensões muito maiores a essas mesmas coisas, isso mais uma vez afirmo quem nem necessitavam tamanha preocupação, mas pessoas são diferentes umas das outras e essa diferença e nos faz construir historias e momentos, e nessas diferenças que às vezes nos perdemos, e prejudicamos uns aos outros, e onde como já dizem por ai colocamos “a carroça na frente dos burros”, e deixamos que a vontade fale mais alto que a razão, deixamos de lado oque e sensato para alimentar um ego que sempre te atrapalhou, que sempre te prejudicou e leva você a fazer coisas e buscar lugares  de certas forma “errados” que em poucas palavras te leva a errar.
             Consequências que machucam que doem que afastam e magoam pessoas não só importantes mais indispensáveis para nossa felicidade, isso me leva a me perguntar se minha vida e uma vida sozinha, sem grandes mudanças e uma barreira que eu próprio crio para pessoas que amo, e isso que como muitas vezes volta a me preocupar por fazer que mais uma vez vou ser duramente punido por erros cometidos, vou perder a confiança de pessoas que amo, se não o amor  das mesmas.
            Solucionar algo pessoal e difícil, depender de visões e pensamentos de outras pessoas e complicado, mais uma vez voltamos a sentir o peso da divergência de pensamentos e preconceitos que temos e fazemos das pessoas, achar que conhecemos a pessoas e fácil difícil mesmo e tornar isso verdade. Ainda vou mais além, será que sei diferenciar um “amor” de um amigo, será que essa sempre não foi o que me uni e me repele das pessoas? Será que o que jugo ser verdade e verdade para outras pessoas, ou tudo isso e uma mera bobagem que insisto em discutir. E pessoal, amigos, camarada e leitores desde já peço desculpa pela confusão afinal essa e a minha real situação.